Milte hi aankhein dil hua deewana kissi ka

"Dentro dela há um brilho de estrela, um raio de luar prateado e nuvens de todas as tonalidades. Dentro dela há um dia chuvoso, um crepúsculo índigo e anil e livros, prateleiras de contos e romances empoeirados, um cheiro de chocolate quente cremoso, laranjeiras em flor. Ela reflete tudo isso no olhar com um toque de inocência,os olhos, duas amêndoas boiando num lago. Olhos tão velhos que parece que nasceram antes do corpo e ficaram ali, dez anos, esperando o resto nascer. E simplicidade, um esmalte descascado, um sorriso de lado, cabelos (des)penteados pelo vento e uma memória que atravessa o tempo. E uma batida de coração mais alta, uma respiração mais lenta, mil alegrias, mil sofrimentos, sorriso entrelaçados em lágrimas e o vento na voz. Dentro dela há um coração que amanhece preguiçosamente no horizonte"
- Diana P.


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Vídeo postado em 21/05/2013 às 5:30pm | 0 notes | (reblogue this!)

(Source: wbrenno, via verybrasil)


Photo postado em 21/05/2013 às 11:34am | 37,928 notes | (reblogue this!)

À Sombra da Quaresmeira

Em uma das minhas viagens fui parar em uma daquelas cidades pequenas e calmas, e acabei chegando em uma praça bonita onde os avós colocavam as cadeiras na calçada e conversavam a tarde inteira enquanto as crianças brincavam. Em um canto esquecido da praça, quase melancólico, havia uma enorme quaresmeira repleta de flores roxas. Seus galhos e seu tronco negros e majestosos se erguiam tingidos de flores sobre um tapete de pétalas. Um banco em baixo da árvore parecia ter sido esquecido. Fui até aquela forma rara de beleza e sentei-me no banco, empurrando as pétalas com cuidado com medo de modificar o intacto ambiente. Apanhei um papel e uma caneta e me pus a escrever. Este belo hábito que eu havia adquirido depois que meu último namorado partira meu coração em mil pedaços. Havia sido uma boa forma de me aliviar o peso dos sentimentos. Eis que uma menina de uns 6 anos, de cabelos claros e de vestido do mesmo tom das flores da quaresma sentou-se ao meu lado, me despertando daquele sonhar acordado. “O que fazes tu ?” Perguntou-me ela. “Escrevo, não vês ?” Retruquei. “Que escreves ?” “Um poema.” “Podes mostrá-lo a mim ?” Disse ela. Entreguei-lhe o poema, incerta de que ela soubesse ler, ela o pegou, demorou dois minutos e devolveu-o: “É muito agradável, minha mãe gostaria de ouvi-lo. Por que escreves aqui ?” “Este lugar me inspira” disse eu. “Que outras coisas inspiram-te ?” Perguntou a menina. Lembrei-me de Stefan. Ele me inspirava. Doera vê-lo abraçado com quem dissera ser apenas uma amiga. Eu não contei isso à menina, mas ela pareceu notar, e mais estranho, compreender, pois disse: “Você tem um longo caminho pela frente e nem sempre poderá segui-lo de mãos dadas com alguém.” Aquela menina fascinou-me. “Posso ler este poema para minha mãe ?” Perguntou. “É claro.” Falei duvidosa. Ela começou a ler em voz alta, quando terminou sorriu. “Minha mãe adorou o poema” Falou. Só então notei um leve tom de lilás em sua pele e cabelo. Um detalhe que alguém que não se apega deixaria passar. Ainda me perguntava por quê lera o poema em voz alta. Ela pareceu notar o que eu pensava: “Minha mãe não sabe ler, e já é muito velha para preocupar-se com isso, só se concentra em florescer.” Eu a olhei surpresa, ela parecia falar da árvore. “À propósito, meu nome é Esperança, anote aí para não esquecer.” Me inclinei e escrevi em um canto da folha o nome da planta, pensando que talvez o vilarejo a chamasse assim, Esperança. Mas quando virei-me a menina já não estava mais ali, desaparecera da mesma forma que chegara: misteriosamente.. Procurei-a dentre as crianças que brincavam e até mesmo nos galhos da quaresmeira, então notei uma flor no banco, inteira e delicada, e soube que mesmo quando eu não soubesse, a menina-flor estaria comigo. A árvore sacudiu encharcando-me de pétalas delicadas.

— Diana Paris para Camille Petitot (ps. Eu sempre serei sua menina-flor) 15/04/2010 (via apetitosa)

Quote postado em 21/05/2013 às 11:14am | 2 notes | (reblogue this!)
..


Photo postado em 20/02/2013 às 9:07am | 14,987 notes | (reblogue this!)


Photo postado em 26/12/2012 às 10:59am | 2 notes | (reblogue this!)
que coisa ninndaaa veiiiii

que coisa ninndaaa veiiiii

(via vila-aipotu)


Photo postado em 21/12/2012 às 10:14pm | 87,416 notes | (reblogue this!)


Photo postado em 19/12/2012 às 12:55pm | 2 notes | (reblogue this!)


Photo postado em 19/12/2012 às 12:46pm | 1 note | (reblogue this!)


Photo postado em 19/12/2012 às 12:45pm | 1 note | (reblogue this!)


Photo postado em 19/12/2012 às 12:45pm | 382 notes | (reblogue this!)

Repórter: Você acredita em Deus?
Camelo: Teve alguém que disse que Deus é um ponto de interrogação. Achei essa imagem bonita. Não acredito em uma figura, mas sim que fazemos parte de uma parada maior, e que ela é incompreensível a nós. (…) Você como observador transforma o objeto observado. Com Deus também é assim. Deus já falou comigo.
Repórter: E falou o quê?
Camelo: Foi uma única vez. Eu tava indo dormir e ouvi do fundo da minha alma. Ele disse: “Faaaaaaaaaaaaz!”.
Repórter: Faz o quê?
Camelo: Sei lá, cara. Só sei que eu fiz. Sigo fazendo.

Marcelo Camelo para a revista Trip, maio de 2010.    

(Source: hermania, via c-lorinda)


Quote postado em 13/12/2012 às 5:09pm | 5,314 notes | (reblogue this!)

but if you love me, wont you let me know?


Quote postado em 13/12/2012 às 5:04pm | 0 notes | (reblogue this!)

verybrasil:


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Texto postado em 13/12/2012 às 8:21am | 123 notes | (reblogue this!)

(Source: projectdavanzo)


Photo postado em 9/12/2012 às 3:13pm | 37 notes | (reblogue this!)

AMSTERDAM 1905 - LEONID AFREMOV

AMSTERDAM 1905 - LEONID AFREMOV

(Source: mindoutoftime)


Photo postado em 9/12/2012 às 3:13pm | 20 notes | (reblogue this!)